Prolongamento do Reino Unido na UE à vista. Bruxelas pode negar a estadia


O manual de sobrevivência política que Theresa May tem vindo a escrever desde que assumiu a liderança do Governo britânico, na ressaca do referendo à Europa de 2016, pode estar a chegar aos últimos capítulos. As garantias “legalmente jurídicas”, obtidas ao soar do gongo em Estrasburgo, e anexadas ao tratado de saída do Reino Unido da União Europeia, revelaram-se insuficientes para a primeira-ministra lograr o apoio dos deputados. E, pela segunda vez em dois meses, o seu acordo foi chumbado pelo Parlamento, agora por 149 votos.

O veredicto da Câmara dos Comuns obrigou May a abdicar de uma das principais cartadas na negociação do “Brexit”: a ameaça de um divórcio sem acordo como instrumento de pressão em Londres e Bruxelas. Como prometido, e uma vez confirmado o chumbo, a primeira-ministra agendou para quarta-feira nova votação decisiva. O Parlamento poderá aprovar ou rejeitar um imprevisível no deal

Optando os deputados pela rejeição da saída sem acordo, no dia seguinte terá lugar outra votação, para se aferir a sua vontade em estender a aplicação do artigo 50.º do Tratado da UE e adiar o “Brexit” – agendado para o dia 29.

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